Uma grande vitória!
São já quase duas da tarde, quando, finalmente, aterra o avião no Aeroporto do Pico. Chegámos com um atraso de quase cinquenta minutos.
Eu estava ansioso por regressar a casa. Os últimos três dias tinham sido passados na Ilha de São Miguel, por motivos profissionais.
Na viagem de regresso, com escala na Ilha Terceira foi meu companheiro de viagem o “Jaime”. Amigo de longa data, ex-funcionário da SATA e, agora, empresário de grande sucesso na área da restauração – é ele o proprietário do Restaurante ‘A Parisiana’.
No mesmo avião, encontramos a equipa de voleibol feminino da Académica de Coimbra que vem defrontar o Ribeirense, uma equipa de Ténis de Mesa (que não consegui identificar) que provavelmente irá defrontar a equipa dos Toledos, e ainda parte da equipa de Futebol do Santo António que irá defrontar o Futebol Clube da Madalena no Domingo.
Na paragem de escala na Ilha Terceira encontramos mais algumas pessoas conhecidas. Detenho-me uns minutos, antes de voltar a embarcar, à conversa com a Cristina que, regressa para junto do seu Gustavo, no dia em que completa mais um aniversário.
È na Terceira, também, que encontramos a equipa do Oeiras. O nosso adversário do fim de semana. Lá estão o Jorge Vicente, Açoriano como nós, ex-selecionador Nacional, e agora treinador do Oeiras, e a restante comitiva de onde se destaca Rui Lopes, ex-jogador do Benfica e da Selecção Nacional.
Já no avião ficamos (eu e o Jaime) uns minutos à conversa com os Árbitros que vem apitar o jogo de Futebol entre o Futebol Clube da Madalena e o Santo António.
Ao meu lado, entretanto, senta-se um senhor que, com simpatia, brinca com o Jaime dizendo-lhe que anseia chegar ao Pico para ir almoçar à ‘Parisiana’. A cara é-me familiar, mas não me consigo lembrar de onde o conheço.
Finalmente chegamos ao Pico. À minha espera estão a São e o meu Pai.
Entretanto, enquanto as malas não chegam, vou conversando com algumas pessoas que também esperam pela sua bagagem. Enquanto espero lembro-me finalmente de onde conheço aquela ‘cara’ que viajou ao meu lado no avião: é o Sr. Paulo Afonso, um dos árbitros que vem apitar o Hóquei em Patins, o outro é Sr. Filipe Fadiga que, afinal, também vinha no avião.
O dia passa com normalidade. Em poucas horas estou a caminho do Pavilhão para assistir ao jogo. Vou em cima da hora, o que não é habitual (normalmente acompanho a equipa desde a hora da concentração), mas um compromisso a que não poderia faltar a isso me obriga.
Quando entro no Pavilhão já se joga – o jogo começou à breves instantes. A ‘Armada Verde’, como sempre, está a incendiar o Pavilhão com palavras de ordem e gritos de apoio ao Candelária. O público está ao rubro. O Ambiente é fantástico.
O jogo é de resultado imprevisível. O Oeiras é um adversário muito forte, porventura o principal candidato à subida de divisão.
Mas o Candelária entrou muito bem no jogo. Todos estão muito concentrados. Todos sabem exactamente o que devem fazer dentro do campo.
Joga-se ainda à poucos minutos e… Golo! É a primeira explosão de alegria no Pavilhão da Escola Cardeal Costa Nunes. O Candelária está na frente do marcador!
O jogo está vivo, emocionante, nem dou pelo tempo a passar. Em menos de nada já é tempo de intervalo!
Há um sorriso estampado na cara dos jogadores quando entram no Balneário. Estamos a vencer por três a um.
Porém, apesar de satisfeitos com a marcha do marcador, todos tem consciência de que é preciso manter a concentração e o rigor táctico na segunda parte do jogo. O Oeiras não é um adversário qualquer.
A segunda metade do jogo é empolgante. No total marcam-se mais quatros golos, felizmente só um é do Oeiras.
O candelária vence por seis a dois. É mais uma excelente vitória.
Vencer começa a ser um vício… Um vício bom que contagia o público e promove a festa e a alegria!
O observador mais incauto poderá pensar que foi uma vitória fácil. E se quisermos, em verdadeiro rigor, até poderemos considerar que sim. Mas, fácil porque os jogadores, os grandes jogadores, que constituem a equipa do Candelária o souberam tornar fácil. Foi uma grande vitória sobre uma grande equipa. Um excelente jogo de Hóquei em Patins.


5 Comments:
Adepto da Armada Verde, Duarte há uma coisa que não percebi, o porque daquela alteração no 5 inicial, toda a gente sabe e nós também sabemos que a defesa é e tem de ser formada em condições normais por os dois R S ,deixemo-nmos de inventar para não termos algum desgosto.
O Ricardo Santos ñ tem de ter medo de tomar decisões ,só tem de meter em campo os jogadores que lhe dão mais garantias de êxito, e ele sabe muito bem quem eles são ,em virtude da sua grande experiência e grande leitura e visão de jogo , temos ali um grande treinador só temos é de apoiá-lo.
Temos um caminho muito dificil ainda por percorrer ,mas com humildade vamos lá
Um abraço de um amigo
O Ricardo S. colocou o 5 inicial que achou correcto para o jogo, e o resultado esta a vista!
E o Ricardo Silva que se cuide senão ainda lhe põe os patins e mandam-no a caminho de casa, pois toda a gente viu o rapazinho a gozar com todos durante o aquecimento.
Fez muito bem o Ricardo Santos. Parabéns Candelária.
Até podes ter razão ,mas que justificação houve para alterar a equipa se ela vinha a ter boas prestações, um jogador que sai do 5 inicial sem justificação ,claro que fica chatiado ou se fosse tu não ficavas , para mim isso só demonstra a vontade que o jogador tem em ajudar e pelo que tenho visto tem dado tudo por tudo ,ás vezes as coisas não saiem bem mas isso acontece a todos ,agora que ele tem qualidade e vontade de jogar isso é inegável .Assim nós tivessemos outro com aqualidade dele para juntar ao plantel e digo-te com toda a certeza que subiamos de divisão , assim pode e desejo com toda a força que aconteça mas vai ser muito dificil temos um plantel muito curto necessitavamos de mais um jogador de qualidade.
Pode ser que venhamos saber porque é que ele alterou a equipa , eu tenho um palpite no fim do campeonato eu esclareço .
Força Ricardo Santos leva em frente o nosso CSC
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